Andrew Bird // Armchair Apocrypha
_
2007
13.3.07
10.3.07
assim com'a vida

-- -`'- SWOON -'´- --
“[...] when I first began to do street work, part of my impulse had to do with those things that are meant to disappear and the ability to just let things go.
I use recycled newsprint that I order in 90-pound rolls.
so it’s extremely thin and is one of my favorite papers to use because of the way it decays.
it yellows. it cracks. it has this whole life cycle that I really like.”
_
étoiles urbaines / deitch / ... / ...
Etiquetas: empatias
2.3.07
1.3.07
uma coisa útil
---o- Subway Maps ---o--
procurar / imprimir / usar
---o- UrbanRail.Net ---o--
Publicada por
aa
0 coisas
Etiquetas: coisas úteis
13.2.07
linque do dia
→→ ←→ Neutral Riddle → ←→ →
The objective is to go through all levels by deciphering and discovering new things.
Publicada por
aa
0 coisas
10.2.07
tresantontens
Volto, pois, a casa. Mas a casa,
a existência, não são apenas coisas que li?
E o que encontrarei
se não o que deixo: palavras?
Eu, isto é, palavras falando,
e falando me perdendo
entre estando e sendo.
Alguma vez, quando
havia começo
e não inércia,
quando era cedo
e não parecia,
as minhas palavras puderam estar
onde sempre estiveram:
no apavorado lugar
onde sou o silêncio.
_
Manuel António Pina, Poesia Reunida
Assírio & Alvim, 2001, pág.275
Etiquetas: palavras
8.2.07
4.2.07
np: dezasseis e quarenta e cinco
!!! // Must Be the Moon
_
Myth Takes, 2007 /
artwork Kevin Hooyman
Publicada por
aa
0 coisas
Etiquetas: olhos & ouvidos, sons
30.1.07
7.1.07
29.12.06
homofonias

© Ghada Ahmer
xx Ghada Ahmer x Knotty but Nice xx
_
acrylic, embroidery and gel medium on canvas, 2005
Etiquetas: empatias
10.12.06
#nowplaying
Múm // Green Grass of Tunnel
Múm // We Have a Map of the Piano
_
Finally We Are No One, 2002
Etiquetas: sons
1.12.06
26.11.06
entre nós e as palavras
Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício
Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição
Entre nós e as palavras, surdamente,
as mãos e as paredes de Elsenor
E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmo só amor só solidão desfeita
Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar
_
Mário Cesariny, Pena Capital
Assírio & Alvim, 1982
Etiquetas: palavras
21.11.06
4.11.06
smell(s) and the city

--o--- New York City Subway Smell Map --o---o--
created from reports sent in by Gawker readers, the map displays particular smells—horrific and sublime—encountered throughout New York's subway stations





